
Anderson deixou, nesta sexta-feira (11), a unidade de acolhimento institucional de Itaipuaçu após conquistar um emprego formal e alugar uma casa em Maricá. A nova etapa foi acompanhada pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania.
Ele chegou ao abrigo após encaminhamento do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP), em um período de vulnerabilidade social.
Acompanhamento contribuiu para emprego e autonomia
Durante o acolhimento, Anderson recebeu acompanhamento social e de saúde, além de apoio para fortalecer vínculos familiares e buscar oportunidades de trabalho.
Com a inserção no mercado formal, em uma empresa que atua com animais abandonados, ele passou a ter condições de organizar a própria moradia e seguir com mais autonomia.
A saída da unidade não encerra o vínculo com a rede socioassistencial. O acompanhamento continua no território, conforme as necessidades identificadas pela equipe.
Saída do abrigo é parte de processo de reconstrução
A coordenadora da Casa Abrigo de Itaipuaçu, Monique Freitas, explicou que o desligamento representa mais do que a saída física do acolhimento.
“É um processo de construção de possibilidades para que a pessoa retome o protagonismo sobre a própria vida, fortaleça vínculos, acesse direitos e faça escolhas com mais autonomia”, afirmou.
A ação faz parte do trabalho de acolhimento e acompanhamento desenvolvido pelo município para pessoas em situação de vulnerabilidade social. A Prefeitura de Maricá informou que a rede segue oferecendo suporte durante a transição para uma vida independente.


